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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA EDUCAÇÃO SUPERIOR: SUA IES ESTÁ PREPARADA PARA IR ALÉM DO USO DAS FERRAMENTAS?

14 de out.
2 min de leitura

A Inteligência Artificial já faz parte da realidade das instituições de educação superior. Está presente nas atividades acadêmicas, nos processos administrativos, na produção de conteúdos e, cada vez mais, nas experiências de ensino e aprendizagem.


Mas uma questão merece atenção especial: quem está orientando, supervisionando e avaliando o uso da IA dentro das instituições?


A aprovação do *Parecer CNE/CP nº 15/2026*, que trata das Diretrizes para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, amplia a relevância dessa discussão.


Sua súmula foi publicada no Diário Oficial da União em 6 de outubro de 2026. É importante, entretanto, distinguir a aprovação do parecer da efetiva vigência de uma resolução, que depende dos atos formais correspondentes.


Para as IES, esse movimento representa uma oportunidade de reflexão e planejamento.


Afinal, incorporar a IA ao cotidiano acadêmico não significa, necessariamente, possuir uma estratégia institucional para sua utilização.


É preciso discutir como essa tecnologia se relaciona com:


▪️ O PDI, o PPI e os projetos pedagógicos dos cursos;


▪️ As práticas de ensino e a avaliação da aprendizagem;


▪️ A formação e o desenvolvimento dos docentes;


▪️ A integridade acadêmica e a autoria dos trabalhos;


▪️ A proteção de dados e a segurança da informação;


▪️ A governança, as responsabilidades e os mecanismos de supervisão.


A questão central não é apenas quais ferramentas a instituição utiliza, mas quais critérios orientam seu uso e como seus impactos são acompanhados.


Isso não significa antecipar obrigações regulatórias ainda não vigentes. Significa reconhecer que uma transformação dessa dimensão exige decisões acadêmicas, pedagógicas e institucionais fundamentadas.


Neste carrossel, a Eccellenza apresenta uma análise do cenário regulatório e um roteiro estratégico para apoiar as IES na organização desse debate.


E deixo uma pergunta para os gestores educacionais:


Sua instituição já possui uma política para orientar o uso da Inteligência Artificial ou as decisões ainda acontecem de forma isolada, em cada curso, setor ou sala de aula?


Quero conhecer sua percepção nos comentários.


Eccellenza Educacional

Planejamento • Regulação • Qualidade • Resultados







 
 
 

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