top of page

Sua IES sabe classificar corretamente cada atividade acadêmica.

23 de set.
1 min de leitura

Uma aula ao vivo é, necessariamente, uma atividade síncrona mediada?


A resposta é não — e essa diferença pode impactar diretamente a forma como a carga horária do curso é classificada e contabilizada.


No Capítulo 02 da série NOVO MARCO NA PRÁTICA, avançamos para o art. 3º do Decreto nº 12.456/2025.


É nele que encontramos conceitos fundamentais para a nova organização da oferta: atividade presencial, síncrona, síncrona mediada, assíncrona, Polo EaD e unidade curricular.


E aqui existe um ponto de atenção importante:


não basta mudar a nomenclatura no PPC. A forma como a atividade acontece precisa corresponder ao conceito regulatório utilizado.


Isso exige que a IES olhe para toda a cadeia:


PPC → matriz curricular → plano de ensino → carga horária → AVA/sistemas → execução → evidências.


Se esses elementos não estiverem coerentes, pode existir um risco regulatório que só será percebido quando os percentuais forem conferidos — ou durante uma avaliação.


Por isso, a recomendação deste capítulo é objetiva:


MAPEAR → CLASSIFICAR → CONFERIR → EVIDENCIAR.


Agora faça o teste:


O que está descrito no PPC é exatamente o que acontece na prática? E sua IES consegue provar?


📌 Salve esta publicação. Ela será importante quando avançarmos para a composição da carga horária dos diferentes formatos de oferta.


No próximo capítulo da série: presencial, semipresencial e EaD — sua IES compreendeu a nova lógica dos formatos?



 
 
 

Comentários


bottom of page